Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011

O primeiro encontro...

 

 

Anabela e Duarte  nunca se tinham visto. Falavam-se kase todos os dias pela internet, mas nem a voz um do outro conheciam. Duarte já tinha visto fotos dela, k ela tinha tirado propositadamente para ele, em poses sensuais. Mas ela, continuava a sonhar com o dia em k o iria ver, fosse por foto ou pessoalmente, pela primeira vez.

                Kantas vezes fizeram planos para esse dia. Kantos vezes descreveram um ao outro como seria essa momento especial. Uma praia deserta de areia branca e aguas transparentes, uma pousada num castelo à beira mar, um cruzeiro em mar alto…

                Tantas foram as vezes k ela sonhou com esse momento.

                Um dia de Inverno, sem k nada o fizesse prever o telemovel da Anabela toca. Era um numero desconhecido. Ela atende…

                - Estou sim?! Kem fala?

                - Anabela?

                - Sim.

                - É o Duarte.

                - Duarte?

                - Sim, o Duarte da net, tu sabes...

                Fez-se um silencio profundo. Anabela não keria acreditar. Seria possivel?

                - Duarte? És mesmo tu?

                - Sim linda.

                Anabela estava estupefacta. O coração batia a mil à hora, as mãos tremiam-lhe. Toda ela tremia de emoção. Estava a ouvir akela voz pela primeira vez. A voz k antes dakele momento, ela tanta vez imaginara. Era uma voz doce, meiga, uma voz k transmitia segurança.

                - Onde estás Duarte? A k devo este telefonema inesperado? Está tudo bem contigo?

                - Estou nos Açores, mais própriamente em Angra. Vim-te buscar para ires passar uma semana de ferias comigo.

                Anabela estava em xoke. Seria possivel? Estaria a sonhar?

                - Estas a brincar comigo? Isso não se faz!

                - Não linda. Não estou a brincar contigo. Prepara uma mala com algumas roupas e vem para Angra.

                - Mas… assim… derrepente…?

                - Keres ou não?

                - Kero. Mas vamos pra onde?

                - Não te preocupes. Disso trato eu.

                Anabela corre escadas acima em direcçao ao karto, abre o armario… e fica sem saber k roupa levar.

                - Não sei para onde vou, o k devo vestir…

                Decide então levar os jeans preferidos, um camiseiro branco, duas camisolas e um vestido de alças k nunca tinha usado. Alguma langerie, produtos de higiene pessoal, o carregador do telemovel… Atira tudo pra dentro da mala e corre esbaforida pelas escadas abaixo.

                - Eskeci-me dos sapatos.

                Volta a correr ao karto e atira para dentro da mala umas sandalias prateadas e umas botas altas e volta a descer as escadas a correr. Nisto o telemovel  toca de novo.

                - Já estás pronta? Estou ansioso para te ver, para te abraçar, para te cobrir de beijos.

                Anabela cora. Sente-se uma adolescente prestes a viver uma aventura de amor.

                - Já fiz a mala, vou meter-me no carro e vou já para Angra. Onde keres k nos encontremos?

                - Estou à tua espera junto às “Portas da Cidade”.

                - Ok. Daki a 15 minutos estou aí.

                Anabela estava euforica. Ia encontrar-se com seu amigo, akele amigo tão especial, pela primeira vez. Pegou na mala, saiu de casa, fexou a porta e dirigiu-se ao carro. Estava tão embrenhada nos seus pensamentos k nem ouviu a vizinha k lhe perguntou se ia viajar. Meteu a mala no banco de tras do carro, sentou-se ao volante e arrancou.

                Ria-se sozinha, cantarolava as musicas k passavam no radio… E se ele lhe estivesse a mentir… Se não passasse tudo duma brincadeira de mau gosto. Não, não podia ser. O Duarte não lhe ia fazer uma coisa dakelas. Estava a xegar… Estaciona numa rua perto. Keria ir a pé até ao lugar do encontro. Precisava apanhar ar, estava demasiado nervosa.

                Ao virar a eskina da praça, vê ao longe uma figura masculina… nem alto nem baixo… estrutura normal… cabelos castanhos…  Aproxima-se, põe-lhe a mão sobre o ombro e pergunta:

                - Duarte?

                Ele vira-se, agarra nela de uma salto e envolve-a num abraço apertado, k kase sufoca.

                - K bom ver-te, k bom ter-te nos meus braços linda.

                E beijam-se como se já se tivessem beijado muitas outras vezes. O mundo tinha parado para eles. Nada mais existia à sua volta.

                 - Deixa-me olhar para ti. Deixa-me ver-te. És ainda mais bonita ao vivo.

                Anabela cora. Duarte sempre a enxera de elogios, mas akeles tinham um sabor especial.

                - Então… muito desapontada com akilo k vez?

                - Não. Porque haveria de estar? Sempre te disse k o aspecto fisico para mim não era importante. Mas diz-me… como estás aki? O k foi k aconteceu?

                Duarte sorri.

                - Não podia passar nem mais uma semana sem te ver…  sem te ter…

                Anabela não keria acreditar. Ele estava ali, na frente dela…

                - Então… Estas preparada prás tuas ferias?

                - Férias? Mas vamos para onde? Eu não tenho dinheiro para viagens agora!

                - Mas alguém te pediu dinheiro? Eu não te disse k não te preocupasses k eu tratava de tudo?

                Duarte já tinha tudo tratado. Passagens marcadas, hotel  reservado, carro à espera deles no aeroporto de xegada. Tudo estava pronto para uma semana em grande. Só faltava saber onde. Duarte recusava-se a dizer para onde iam. Só lhe dizia k ela ia gostar da surpresa.

                Mas antes de irem para o aeroporto foram almoçar. Ainda tinham tempo, e Duarte tinha tudo planeado. O restaurante com vista para a baia era confortavel e acolhedor. Ao entrarem, o empregado aproxima-se e indica-lhes a mesa na varanda privada k Duarte já tinha reservado de manhã cedo. Sobre a mesa um ramo de rosas vermelhas com uma cartão… “Com votos k este seja a melhor semana das nossas vidas!”

                Anabela  tinha os olhos xeios de lágrimas. Nem keria acreditar no lhe estava a acontecer.

 

 

 

                                                                                                                                                                                                (Continua…)

Sinto-me: Enebriada pelo amor
Música: Just The Way You Are - Bruno Mars
Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

Sonho...

 

Caminhava pela rua, a noite caira e não se via vivalma.

As sombras vindas das ruelas estreitas, assustavam-me, parecia que alguém me seguia...

De repente, ao virar de uma esquina surge um vulto.

Recuo com medo.

Tu dizes que não tenha medo.

Afinal eras só tu.

Seguimos lado a lado...

O silêncio, e escuridão... envolvem-nos.

Pegas-me pela mão e levas-me para um ponto mais isolado.

Sei o que queres, já há muito que o quero também.

Olhas-me nos olhos e sorris.

Passas-me as mãos pelos cabelos, dizes como me achas bela.

Eu coro de vergonha.

Nunca fui vaidosa, nunca me achei bela.

O toque suave das tuas mãos nos meus cabelos fazem-me estremecer.

Perguntas-me se estou com medo.

Respondo que não, que também quero estar contigo.

E com a suavidade de um botão de rosa... beijas-me pela primeira vez.

Sinto-me tão feliz. Já há muito tempo não me sentia assim.

Aos poucos e sem pressas, vais passando as mãos por dentro da minha blusa, ao longo das minhas costas.

A cada toque teu sinto-me estremecer.

Os teus beijos no meu pescoço... as tuas mãos nos meus seios...

Deixo-me levar pelas emoções e retribuo os carinhos.

Levanto-te a camisola e beijo ao de leve o teu peito nú.

Cai uma chuva miudinha... levas-me para um lugar abrigado.

Não sei bem onde estou, a um canto um monte de feno.

Sentas-me e desabotoas a minha blusa devagar.

Sinto de novo a tua boca no meu pescoço, e vais descendo.

Abraças-me com carinho enquanto me desapertas o sutien.

Deixo-o cair no meu colo enquanto me beijas os seios com ardor.

Já todo o meu corpo queima como se fosse uma fogueira.

Tiro-te a camisola e vou passando emocionada as mãos pelo teu tronco.

Sinto-me tão feliz.

Deitas-me sobre  o feno econtinuas a beijar o meu corpo, descendo devagar até à minha cintura.

Desapertas o botão das minhas calças e abres o fecho... e com suavidade despes-me as calças.

Sinto um arrepio, tenho frio.

Tu, carinhoso e atento deitas-te ao meu lado e abraças-me para me aqueceres.

Eu sorrio feliz, já me sinto melhor.

Voltas a levantar-te, pões-te de joelhos e tiras-me as calcinhas devagar.

As tuas, mãos, quentes a passearem pelas minhas pernas, enchem-me de prazer.

Começo a sentir a tua boca, a tua lingua, a tua respiração nas minhas pernas, nas minhas coxas, subindo cada vez mais em direcção ao mais interior de mim.

Abres-me as pernas devagar... beijas-me o grelinho que já grita de desejo por ti.

A tua lingua a lamber-me em movimentos circulares, as mordidelas dos teus dentes, deixam-me louca.

Mas tu não paras. Metes um dedo e depois outro dentro de mim.

Eu gemo de prazer e tu entusiasmado pelos meus gemidos vais acentuando mais e mais os movimentos.

Estou toda molhada, e tu... duro como um pau.

Puxo-te para cima do feno, levanto-me e de joelhos ao teu lado vou te despindo as calças.

O teu pau mal cabe dentro delas. está enorme, duro cheio de tesão.

Deito-me sobre ti e beijo-te com paixão. Depois, descendo devagar pelo teu corpo, vou beijando cada pedaço.

Ajoelho-me aos teus pés e começo a lamber o teu pau.

É tão bom, ele está tão duro e é todo para mim.

Não consigo me controlar. Abro a boca e engulo-o todo até que ele despareça dentro da minha boca.

Tu estremeces de prazer. E eu vou chupando e chupando cada vez mais.

Tu contrais-te em espasmos de prazer.

Estás tão duro que parece que vais rebentar.

Levantas-te de um salto, agarras-me e atiras-me para o feno.

Deitas-te sobre mim, afastas-me as pernas e com suavidade entras dentro de mim.

É tão bom.

Pões os teus braços por detrás das minhas costas e apertas-me contra ti.

Somos um só.

E vais me penetrando mais e mais.

Sinto-me invadida por uma sensação dificil de descrever.

Os nossos corpos estremecem.

Sinto-te derramar dentro de mim o sumo do teu amor, e eu já à muito me desfazia em ti.

Viemos-se os dois como um só.

Beijaste-me com ternura, olhaste-me nos olhos...

 

e eu acordei.

Não tinha passado de um  sonho...

 

Sinto-me: A escaldar
Música: Strangers in the night - Frank Sinatra
Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

Um carinho para uma amiga querida...

 

 

Olá amiga.

Este é um mimo para comemorar o nosso 1º cafézinho.

Que este seja o 1º de muitos.

Gostei muito do nosso encontro és uma querida, muito bem disposta e simpática.

Havemos de nos encontrar mais vezes.

.

Bjocas

                        Lala

 

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